A Casa da Música é um dos monumentos mais emblemáticos da época contemporânea da cidade do Porto. Fica situado próximo da rotunda da Boavista (Praça Mousinho de Albuquerque), mais propriamente implantada no local onde existia a garagem de recolha dos eléctricos.
A Casa da Música foi projectada pelo arquitecto holandês Rem Koolhas, tendo a sua construção se iniciado em 2001 e a sua conclusão em 2005.
Uma das principais e mais relevantes características da sua construção é a utilização do betão branco. O betão é simultaneamente a estrutura e o acabamento final da obra. Este facto vem da importância à necessidade de um bom comportamento da estrutura em serviço.
Acresce ainda, a originalidade da sua forma geométrica, o isolamento acústico dando uma sonoridade fora do comum. Salienta-se também, a forma como o espaço, quer interior quer exterior é aproveitado de forma a maximizar as suas potencialidades. É um espaço aberto ao diálogo intercultural tendo tido por sua vez alguma polémica a quando da sua construção, mas no fim ficamos todos a ganhar pela sua notoriedade na nossa cidade Capital do Norte.
A casa da Música projecta a nossa cidade e o nosso país além-fronteiras, o que nos orgulha bastante principalmente a nós Portuenses, para não falar que passou a ser um forte atractivo em termos turísticos.
O Palácio da Bolsa situado no centro histórico da cidade do Porto, reconhecido pela Unesco como património da humanidade. A sua construção demorou mais de sessenta anos, e a onde se podem encontrar vários estilos arquitectónicos e decorativos.
A sua construção remonta a Outubro de 1842, por ordem da rainha D.Maria II é dada a concessão do edifício após incêndio aos artificies e mestres os quais ao longo de três gerações trabalharam para a edificação desta obra arquitectónica de século XIX em estilo neoclássico.
Um dos traços característicos é a utilização na sua construção, ao nível do pavimento, de mosaico cerâmico em estilo romano, tendo desenho geométrico bordados de faixas rematados com cantos triangulares centrados. Outro aspecto importante é o material utilizado nos tectos, ou seja, o estuque, também os frescos utilizados em algumas salas.
Grandes nomes da arquitectura, pintura, escultura, e outras artes decorativas, contribuíram para este espólio e património único.
Posso destacar, dentro deste célebre museu, o esplendor do salão árabe, fazendo algumas referências, tais como a própria forma de um paralelogramo octogonal de abundância e opulência onde se destacam as inscrições em árabe, no tecto e nas paredes, distinguidas por três cores e que significam a vermelha (gloria a Alá), o azul (D. Maria II), e por último o verde (Alá é grande, Alá é perfeito).
Estes dois monumentos são dois belos e diferentes exemplos de arquitecturas portuense e que pela sua imponência dão um brilho incomensurável à paisagem do Porto.
Trabalho elaborado pelo grupo de Formandos


Sem comentários:
Enviar um comentário